Um incêndio e uma morte trágica serviram para tirar ainda mais o brilho das 500 Milhas de Indianápolis, prova que contará pelo segundo ano seguido com equipes e pilotos de pouca expressão. Dez carros alegóricos que enfeitariam o tradicional desfile de abertura pelas ruas da cidade amanhã, foram consumidos pelo fogo no depósito onde estavam guardados. Para piorar, um dos patrocinadores da corrida, o advogado Lawrence Inlow, de 46 anos, da empresa de seguros e consultoria financeira Conseco, foi degolado pela hélice do helicóptero em que pousou no aeroporto de Indianápolis.
As 500 Milhas de Indianápolis terão pela segunda vez consecutiva a participação dos pilotos e equipes da Indy Racing League (IRL), liga paralela à F-Indy. A primeira fila do grid tem o holandês Arie Luyendyke, o pole, média de 351,185 km/h, o americano Tony Stewart e o italiano Vicenzo Sospiri. Luyendyke venceu a prova em 90 e é o recordista da pista (383 km/h). Stewart é a grande promessa da nova categoria e Sospiri, o ex-companheiro do brasileiro Ricardo Rosset na F-1, que ficou a pé na Lola e que estréia em Indianápolis.
A prova terá 13 estreantes. Entre eles o brasileiro Affonso Giaffone Neto, que larga em 14º. Marco Greco também se classificou para a corrida (27º), que pela primeira vez terá 35 carros.

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