HOMENAGENS - Domingo de lágrimas
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segunda-feira, 05 de dezembro de 2016
Agência Estado 

Chapecó - "A partir de agora, o desafio será encontrar um novo Sandro", resume o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, ao se referir ao presidente da Chapecoense morto na última terça-feira, Sandro Pallaoro, e ao futuro do clube após o trágico acidente aéreo.
Ontem, Pallaoro, de 49 anos, foi enterrado no cemitério Jardim do Éden, em Chapecó, em uma cerimônia que contou com a presença de familiares, amigos e torcedores. "Viemos nos despedir do nosso presidente. Ele era justo e, mesmo quando fazia algo que a torcida não gostava, nos ouvia", diz Airtor Martins, da torcida uniformizada Barra Verde.
Dono de uma distribuidora de frutas, Pallaoro comandou a Chapecoense nas mais importantes conquistas do clube nos últimos anos. Era conhecido pelo tom conciliador e por absorver bem as críticas. A partir desta segunda-feira, diretores da Chapecoense começarão a se reunir para definir o planejamento para reconstruir o clube a partir da próxima temporada.
ADEUS A CAIO JÚNIOR
Em Curitiba, a missa de corpo presente do técnico Caio Júnior reuniu, no domingo, técnicos e jogadores na Igreja dos Passarinhos. Estiveram presentes Cuca (Palmeiras), Paulo Autuori (Atlético-PR), Jô (Corinthians) e os ex-atletas Ricardinho e Alex. O caixão com o corpo de Caio Júnior foi coberto por bandeiras do Paraná Clube e da Chapecoense. "O Caio nunca se deixou embrutecer. Era sensível e humilde", lembrou Autuori. O corpo do treinador foi cremado em uma cerimônia privada para a família na capital paranaense.


