Curitiba - O bancário Hermínio Correia procura mais as camisas da seleção brasileira e do seu clube de coração, o Flamengo. Apenas de camisas do Rubro-Negro carioca, a coleção já atinge 130 camisas e é uma das suas prioridades. ''São camisas diferentes, todas de jogo também, e que representam a história do Flamengo desde 1968, que é a mais antiga que eu tenho, até o modelo atual'', explica.
A paixão pelo time carioca vai além e Hermínio pretende, um dia, caso o clube da Gávea monte um museu de sua história, doar essa coleção. ''Uma das formas de se contar a história de qualquer clube é através das camisas e acho importante que o torcedor tenha acesso a essas camisas. Sinto uma certa maldade quando percebo que essa história está dentro do meu armário. Eu queria que ela estivesse disponibilizada para mais torcedores'', comenta.
A promessa, porém, só será cumprida se o clube executar algum projeto de museu. ''Se o clube um dia tiver uma proposta séria de museu, algo realmente estruturado, eu teria o maior prazer em doar para que todos os torcedores do Flamengo pudessem ver a história do clube contada através das camisas'', garante.
Entre as históricas, Hermínio destaca o lado negativo, com a camisa da Copa do Brasil de 1997, quando o Flamengo perdeu o título para o Grêmio nos minutos finais da partida, em pleno Maracanã. Mas também destaca algumas de momentos de glória, como a usada no título da Copa Libertadores de 1981.
Já a seleção brasileira, cuja coleção é compartilhada com Fabiano Mendonça, também tem destaque. ''Tenho a da Copa do Mundo de 62, do Zito, que é história viva da seleção. Pelo futebol ser um esporte apaixonante do povo brasileiro, ter essas camisas é um orgulho'', conclui. (J.C.L.)

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