Hipismo faz festa por medalha em Winnipeg
Agência Estado
De São Paulo
Nem só de saltos vive o hipismo brasileiro. Foi o que provou a equipe nacional do Concurso Completo de Equitação (CCE) - também conhecido como hipismo rural - que se reuniu ontem para comemorar o bom desempenho no Pan-Americano de Winnipeg. Os cavaleiros trouxeram do Canadá uma medalha de prata por equipe e outra de bronze individual. Durante entrevista coletiva o grupo falou sobre os praparativos para a Olimpíada de Sidney, para a qual o CCE brasileiro já garantiu a vaga.
A equipe brasileira em Winnipeg foi formada por Serguei Fofanoff, Luciano Drubi, Artemus Almeida, Marcelo Tosi, Carlos Eduardo Paro e Ana Paula Perracini. O técnico dos cavaleiros foi Ademir de Oliveira, um dos pioneiros do CCE nacional.
É comum as pessoas confundirem o concurso completo com o hipismo clássico, no qual o Brasil obteve a medalha de ouro por equipes. Mas há algumas diferenças. Os cavalos do CCE são mais resistentes, pois as provas exigem mais esforço dos animais, explica Fofanoff, um dos cavaleiros mais experientes do País na categoria. Para ele, a medalha de prata pode fazer com que o hipismo rural seja reconhecido no País. Hoje, o Brasil tem uma das melhores equipes de CCE das Américas, apesar de a modalidade ser praticada há pouco tempo.
Iatismo - O iatista brasileiro Robert Scheidt, medalha de ouro no Pan-Americano de Winnipeg na classe star, participou ontem da abertura da 16ª Convenção Internacional de Esporte e Fitness, que será realizada até domingo no Ibirapuera, em São Paulo. À tarde, Scheidt compareceu a uma sessão de autógrafos no estande de seu patrocinador, a Bliss.
Ontem, a Federação Brasileira de Vela e Motor (FBVM), definiu a lista dos brasileiros que estarão representando o Brasil na Regata Pré-Olímpica de Sidney, de 16 a 26 de dezembro deste ano. O País terá representantes em 8 das 11 classes olímpicas. A equipe é formada por Robert Scheidt (laser), Torben Grael e Marcelo Ferreira (star), Ricardo Winick e Cristina Mattoso (mistral), Christoph Bergmann (finn), Fernanda Guedes (europa), Maurício Santa Cruz e Kiko Pellicano (tornado) e Alexandre Paradeda e André Fonseca (470). A competição não vale vaga para os Jogos Olímpicos que serão disputados no próximo ano, em Sidney.





