Logo depois de desembarcar na Holanda para assumir o PSV Eindhoven, o técnico Guus Hiddink, que levou a Coréia do Sul às semifinais da Copa do Mundo, começou a sofrer ameaças de morte. Assustado, acenou com a possibilidade de deixar o país, mas agora desistiu da idéia. Após se tornar ídolo na Coréia, Hiddink recebeu cartas ameaçadoras com balas de armas de fogo dentro do envelope. Os textos diziam que seria morto caso tivesse êxitos como os que conseguiu com os sul-coreanos.

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