São ­Paulo - A his­tó­ria de­le no São Pau­lo co­me­çou no dia 2 de ju­nho de 2004. Foi nes­ta da­ta que Her­na­nes en­trou em cam­po pe­la pri­mei­ra vez pe­lo ti­me pro­fis­sio­nal, em um amis­to­so con­tra o Los An­ge­les Ga­laxy, nos Es­ta­dos Uni­dos. Na pró­xi­ma quar­ta-fei­ra, quan­do en­fren­ta o Uni­ver­si­tá­rio, em Li­ma, na pri­mei­ra par­ti­das das oi­ta­vas-de-fi­nal da Li­ber­ta­do­res, ele al­can­ça a mar­ca de 200 jo­gos com a ca­mi­sa são-pau­li­na, mas che­gar até ­aqui não foi na­da fá­cil.
  Ao re­cor­dar os de­ta­lhes des­ta tra­je­tó­ria é im­pos­sí­vel pa­ra ele es­que­cer os mo­men­tos de di­fi­cul­da­de. O re­co­nhe­ci­men­to co­mo um jo­ga­dor ta­len­to­so - foi elei­to em ja­nei­ro de 2009 o ­mais pro­mis­sor do mun­do pe­lo jor­nal in­glês The Ti­mes - só foi con­se­gui­do com mui­ta in­sis­tên­cia.
  ‘‘É uma mar­ca que me dei­xa mui­to fe­liz. Foi to­do um pro­ces­so de­mo­ra­do, de mui­to es­for­ço, de­di­ca­ção pa­ra al­can­çar es­sa mar­ca. Não é fá­cil, ain­da ­mais por se tra­tar de um clu­be da gran­de­za do São ­Paulo’’, ad­mi­tiu Her­na­nes.

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