O alpinista brasileiro Waldemar Niclevicz, que no sábado passado conquistou o pico do K2, o segundo maior do mundo e conhecida como a montanha da morte, foi resgatado ontem por um helicóptero que o levou até a cidade de Skardo, no Paquistão, distante 109 quilômetros. Com ele foram também o italiano Marco Camandona e o outro integrante da expedição, o francês Adele Blanc.
Camandona foi hospitalizado. Ele corre o risco de ter amputado alguns dedos, por causa dos problemas de congelamento que enfrentou na subida do K2. Segundo relato da noiva do alpinista, a restauranter radicada em Londrina Adriana Carioba, a operação de resgaste enfrentou algumas problemas devido a uma nevasca que atingiu o local. Segundo ela, Niclevicz teve que descer cinco horas (cerca de mil metros) para ser resgatado pelo helicóptero.
Esta foi a terceira tentativa de Niclevicz de escalar o K2, que tem 8.611 metros de altura. Paranaense de Foz do Iguaçu, 33 anos, ele já havia escalado os chamados ‘Sete Cumes do Mundo’.
Niclevicz deve ficar durante quatro dias em Skardo, à espera de sua bagagem, que está sendo transportada por terra. Resolvendo mais esta etapa, ele deve seguir para Paris, onde irá se encontrar com Adriana. Depois, os dois partirão para duas semanas de férias no Vale da Aosta, no Norte da Itália.
Adriana Carioba e Waldemar Niclevicz se conheceram há dois anos durante uma festa na Ilha de Caras, em Angra dos Reis. Eles estão namorando durante este período e o casamento faz parte dos planos dos dois. Para encontrar o namorado, Adriana Carioba deve embarcar para a Europa no próximo dia 13.

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