São Paulo - A seleção brasileira masculina de handebol tem a grande chance de conquistar a medalha de ouro inédita no Pan-americano de Santo Domingo. A tricampeã Cuba (1991, 1995 e 1999) não disputará a competição não participaram da seletiva dos países da América Central e Caribe. Os brasileiros ganharam prata nas três edições em que os cubanos foram campeões a final em Winnipeg, em 1999, foi para a disputa dos pênaltis (tiro de 7 metros). Em 1987, em Indianápolis (EUA), a seleção brasileira foi bronze e o Estados Unidos, ouro. Cuba, ao menos, servirá de sparring. Jogarão amistosos com o Brasil: em São Bernardo (amanhã), Belo Horizonte (terça-feira) e Natal (dias 19 e 22). Após a partida de amanhã, o técnico Alberto Rigolo definirá o time que vai ao Pan fará dois cortes.
''Estou pronto para bater quantos pênaltis for preciso'', brinca Fábio Vanini, o brasileiro que perdeu o último arremesso na final contra Cuba o jogo mais emocionante do Pan.
Agora, o maior adversário do Brasil será a Argentina, com a qual a seleção brasileira fez a semifinal em Winnipeg foi para a prorrogação. ''Eles são muito velozes, mas o jogo é sustentado por quatro ou cinco jogadores. Já nós, não. Tentamos ter um time homogêneo, sem titulares e reservas'', compara Rigolo.
O Brasil, que esse ano não passou da primeira fase no Mundial, em Portugal, estréia dia 2 no Pan contra a República Dominicana. A Argentina enfrenta o México. Os outros participantes são: EUA, Porto Rico, Uruguai e Chile.

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