Handebol brasileiro terá uma preparação inédita para Atenas
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terça-feira, 27 de janeiro de 2004
Agência Estado 
São Paulo - Alavancada pela conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de São Domingos e, consequentemente, a conquista da vaga para a Olimpíada de Atenas , a seleção brasileira masculina de handebol apresentou ontem o planejamento para o grupo, que terá preparação inédita. A expectativa é que o Brasil chegue entre o sétimo e o nono lugar na competição a melhor colocação até hoje foi a de Atlanta/96: 11º lugar.
O técnico Alberto Rigolo tem à disposição 31 atletas pré-convocados. Eles passarão por baterias de testes físicos até sexta-feira. Em fevereiro, o treinador escolhe os 22 que permanecerão treinando, e em maio define a equipe final, com 15. A novidade e novo estímulo para os atletas será a ajuda de custo que a Confederação Brasileira de Handebol oferecerá aos atletas que estiverem na seleção.
Manoel Luiz Oliveira, presidente da CBHb, comemora. ''Até o ano passado, não tínhamos um centavo sequer para dar aos atletas da seleção. Mas em 2003, com a Lei Piva e o patrocínio da Petrobrás (que vai até o fim do ano), as coisas começaram a mudar. Já temos planejamento até 2008 e projeções para a Olimpíada de 2012.''
O investimento da Petrobrás foi de R$ 500 mil em 2003 e será de R$ 800 mil em 2004. Outro reforço que a modalidade ganhou foi da Penalty, marca de material esportivo: cinco anos de patrocínio.
De Londrina Os jogadores do Unifil Londrina, Edinaldo Rodrigues da Silva e Alexandre Rodrigues da Silva, foram convocados para a fase final de preparação da seleção brasileira olímpica permanente, visando a disputa da Olimpíadas de Atenas.
Edinaldo foi convocado para atuar na armação-direita, já Alexandre atua na posição de pivô. (Com Reportagem Local)


