O handebol de Maringá sempre esteve entre os melhores do País. Porém, no ano passado, por falta de verba, a equipe não participou da Liga Nacional, a principal competição da modalidade no País.
  Para este ano, a expectativa é de uma grande mudança. A equipe conta agora com o reforço do goleiro Alê, 30 anos, que disputou duas olimpíadas pela seleção brasileira – esteve nos Jogos de Atenas, na Grécia, e de Pequim, na China. Ele volta à cidade que o revelou depois de 11 anos. Nesse período, o goleiro defendeu as cores do Imes/São Caetano e da Metodista/São Bernardo, duas das maiores equipes do Brasil.
  Além de atuar, Alê assumiu a preparação física da equipe e coordenará um projeto de captação de recursos junto à iniciativa privada e às empresas públicas.
  Porém, o sonho de Alê vai muito além. ‘‘Quero sensibilizar os empresários para conseguir resgatar todos os grandes jogadores que saíram daqui e estão fora, como o Tupan (ponta-direita que atua na Alemanha), o Léo (central) e o Rick (goleiro), que estão em Londrina, e o Teixeira (armador), que está na Metodista’’. Com a união desses talentos e mais os pratas-da-casa, a cidade teria um time do nível da Unopar/Londrina, atual campeã brasileira.


Modalidade desportiva criada em 1915, pelo alemão Karl Schellenz, sendo uma adaptação do futebol em que duas equipes, cada qual composta de sete jogadores, tenta marcar gols com as mãos

Não é apenas um jogador de defesa, mas um importante armador de contra-ataques. No handebol é o único jogador que pode utilizar os pés para tocar na bola


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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