France PresseSchumacher (sentado, de boné) com Passarella e jogadores argentinos O líder do Mundial de Fórmula 1 e vencedor das três últimas provas, o finlandês Mika Hakkinen, da McLaren, disse ontem, em Buenos Aires: ‘‘Só um milagre pode fazer com que nossos adversários nos vençam agora.’’
Hakkinen foi o último a responder à pergunta sobre quando a McLaren terá concorrentes à altura este ano. Ele esnobou: ‘‘Tanto na Austrália como no Brasil nós não usamos todo o potencial do nosso carro’’. Hoje começam os treinos livres para o GP da Argentina.
É grande a esperança depositada pelos pilotos da Ferrari e da Williams nos novos pneus da Goodyear para enfrentar, já a partir de hoje, a forte associação McLaren-Bridgestone. Esses novos pneus têm como principal característica o fato de os dianteiros serem cerca de 25 milímetros mais largos. O regulamento impõe como largura mínima 305 milímetros para os dianteiros e 365 para os traseiros.
‘‘Nosso grande problema é a excessiva derrapagem com as rodas da frente’’, diz Ricardo Rosset, da Tyrrell, que usa pneus Goodyear. Rubens Barrichello, da Stewart, é o mais otimista. ‘‘Se nosso carro aguentar, podemos surpreender’’.
Bate-bola O piloto Michael Schumacher realizou um sonho ontem, em Buenos Aires: ‘‘treinou’’ com a seleção argentina. O piloto alemão é apaixonado por futebol e até joga de vez quando em um time da terceira divisão na Suiça. Ele posou para fotos ao lado de jogadores e do técnico Daniel Passarella.
A eventual substituição do presidente da Ferrari, Luca de Montezemolo, continua sendo o assunto preferido da imprensa italiana. No autódromo em Buenos Aires, os dirigentes da equipe se recusam a tocar no assunto.

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