Aos 75 ­anos, Flo­ria­no Ya­be po­de­ria es­tar mui­to bem aco­mo­da­do, que­ren­do des­can­sar ­após tan­tos ­anos de tra­ba­lho. Mas, des­can­so não é uma pa­la­vra que faz par­te de seu co­ti­dia­no. Ao in­vés de fi­car com as per­nas pa­ra ci­ma, sen­ta­do em um so­fá, ele pre­fe­re co­lo­car a sun­ga e pu­lar na pis­ci­na.
  Ya­be es­te­ve há al­guns ­dias par­ti­ci­pan­do do Cam­peo­na­to Sul-Ame­ri­ca­no de Na­ta­ção Más­ter, na Ve­ne­zue­la. Seu de­sem­pe­nho foi es­pe­ta­cu­lar: con­quis­tou na­da me­nos que 10 me­da­lhas, sen­do oi­to ou­ros e ­duas pra­tas.
  O Sul-Ame­ri­ca­no con­tou com a pre­sen­ça de 448 na­da­do­res das Amé­ri­cas, com ex­ce­ção de Pa­ra­guai, Bo­lí­via e das Guia­nas. O plan­tel de atle­tas to­ta­li­zou 52 equi­pes, sen­do que o Bra­sil es­ta­va re­pre­sen­ta­do por 40 na­da­do­res.
  Ape­sar dos re­sul­ta­dos ob­ti­dos na pis­ci­na, a ­maior pai­xão de Flo­ria­no Ya­be é a tra­ves­sia de lon­gas dis­tân­cias em mar aber­to. No pró­xi­mo fi­nal de se­ma­na, ele co­me­ça a dis­pu­tar o cir­cui­to ca­ta­ri­nen­se de tra­ves­sias. ‘‘É um pra­to ­cheio pa­ra ­quem gos­ta. Vou ten­tar na­dar em ­todas’’, adian­tou.
  ‘‘A ques­tão da ener­gia vem do pra­zer imen­so de com­pe­tir. Ado­ro a na­ta­ção. Quan­do se faz al­go pra­ze­ro­so, vo­cê não can­sa. A com­pe­ti­ção não dei­xa a pes­soa exaus­ta. Se es­ti­ver re­la­cio­na­do a na­ta­ção me ­traz ­prazer’’, co­men­ta o na­da­dor, que é avô de Dio­go Ya­be, um dos gran­des no­mes da na­ta­ção bra­si­lei­ra.


● O registro mais antigo remonta às pinturas rupestres de cerca de 7000 anos atrás. As referências escritas remontam a 2000 a.C.



● É um país tropical, na costa norte da América do Sul. Possui várias ilhas e é uma antiga colônia espanhola que conquistou a sua indepen-dência em 1821

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