Como número 1 do mundo e a obrigatoriedade de disputar uma série de torneios designados pela Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), Gustavo Kuerten não vai poder jogar o quanto gostaria na sua superfície preferida, o saibro. Assim, a maioria das competições será em quadras rápidas (cimento, grama e carpete) num total de 13, contra apenas outras seis no saibro, sem contar os confrontos da Copa Davis.
Guga tem de jogar os quatro Grand Slams (Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open) e os nove Masters Series, além do Masters Cup, num total de 14 competições.
No início da temporada aproveita o confronto Brasil x Marrocos pela Copa Davis, no saibro, no Rio.
Apenas para a grama de Wimbledon, Guga decidiu não fazer nenhuma preparação especial e vai tentar a sorte na tradicional competição inglesa.
A temporada, como não poderia deixar de ser, começa do outro lado do mundo, na Austrália, com Guga jogando apenas o Grand Slam. Com os Masters Series de Indian Wells e Miami, Guga é obrigado a ir para as quadras rápidas, onde aliás, este ano, teve uma campanha brilhante em Miami, chegando a final diante de Pete Sampras. Depois destes dois torneios, o tenista brasileiro reservou um período para a Copa Davis.
Só depois, Guga vai para a sua série mais importante de torneios na primavera européia, com Monte Carlo, Roma, Hamburgo e Roland Garros. Haverá então, a disputa de Wimbledon e no segundo semestre, o brasileiro não sai mais das quadras rápidas.

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