Agência Folha
De São Paulo
O brasileiro Gustavo Kuerten caiu duas posições no último ranking divulgado este ano pela ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), terminando a temporada como quinto do mundo. Mesmo assim, foi a melhor colocação final de um tenista brasileiro desde o início do ranking, em 1973.
Até a semana passada, Kuerten era o terceiro – o melhor ranking de sua carreira. Ele foi o único tenista entre os oito que participaram da Copa do Mundo, encerrada ontem em Hannover (Alemanha), a perder posições. Isso porque, ele iniciou a Copa com 2.563 pontos. Somou 90 na competição, mas teve descontados 52 da participação em outro torneio. Já Thomas Enqvist, que tinha 2.537, também somou 90, mas perdeu apenas 21. O sueco passou Kuerten em pontos (2.606 contra 2.601) e se manteve em quarto, porque Pete Sampras ultrapassou os dois. Antes quinto do mundo, o norte-americano foi campeão em Hannover e passou a somar 3.024 pontos, chegando a terceiro.
‘‘Estar entre os cinco do mundo é incrível. Estou muito feliz pelo ano que tive. Esse ranking é um reflexo da temporada. Quando 99 começou, queria voltar a ficar entre os top 10 e fui além’’, disse o brasileiro, que conquistou os títulos de Montecarlo e Roma. Em 98, terminou como 23º – mas esteve em oitavo. Em 97, quando ganhou Roland Garros, fechou o ano como 14º. No ranking de prêmios, Kuerten foi sexto, com US$ 1,762 milhão contra US$ 4,269 milhão do líder Andre Agassi (EUA). Já Fernando Meligeni terminou o ano como 29º do mundo.
O brasileiro Francisco Costa subiu 38 posições no ranking mundial, passando do 183º lugar para o 145º, depois de ganhar domingo a etapa mexicana da Copa Ericsson, que lhe rendeu 310 pontos. André Sá é o 124º.

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