Arquivo FolhaExpectativaAndré Ribeiro depende do desenvolvimento técnico da Penske Assim como na Fórmula 1, que teve início no último final de semana, na Austrália, a Fórmula Indy inicia a temporada de 98 sob o impacto da legislação internacional que restringe a publicidade de tabaco. Na F-1, a princípio, ela só estará definitivamente banida em 2006 mas a ameaça de novas ações persiste. Na Indy, este será o último ano que os logotipos de marcas de cigarro poderão aparecer nos carros.
No automobilismo americano, os cigarros já estarão proibidos em 99. A Marlboro, uma das marcas mais constantes nas corridas, estará fora. Assim como a Winston que patrocina o mais importante campeonato americano de automobilismo, a Nascar. Na Indy, a Cart aposta até no mercado financeiro para equilibrar as finanças.
Os pilotos brasileiros têm condições de se recuperarem da fraca temporada passada onde venceram apenas uma corrida. Pelo menos, Gil de Ferran, Maurício Gugelmin e Christian Fittipaldi contam com pacotes técnicos eficientes. André Ribeiro ainda depende do desenvolvimento do Penske e Tony Kanaan e Helinho Castro Neves merecem o crédito de estreantes na categoria.
Alessandro Zanardi, Jimmy Vasser, Greg Moorer, Gil de Ferran, Maurício Gugelmin, Christian Fittipaldi, Michael Andretti, Mark Blundell são os que possuem mais chances. Para isso contarão com um inédito número de 19 provas na mais longa temporada da história da categoria.
A prova da Indy no Rio de Janeiro enfrentou o risco de cancelamento por causa de problemas financeiros entre a organização brasileira e a Cart. Ainda sem patrocinadores, a corrida está garantida.

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