São Paulo - A Guatemala já é um adversário fraco. O que dizer, então, da Guatemala desfalcada de cinco titulares? Pois é esse o time que enfrenta a seleção brasileira sonhando com um empate como em fevereiro de 98, no 1 a 1 na Copa Ouro, em Miami, única vez em que as duas seleções se enfrentaram.
A delegação chegou com apenas 17 jogadores. Carlos Ruiz, que atua no Dallas, da liga norte-americana, não conseguiu visto a tempo e é um dos desfalques. Os outros são o lateral Rodríguez e o meia Ramirez, não liberados por seus clubes, também nos Estados Unidos, além dos atacantes Plata e Pezzarossi, contundidos. Plata, que no domingo transformou-se no maior artilheiro da história da Guatemala, com 321 gols, é a ausência mais sentida.
Para os guatemaltecos, o jogo vale como preparação de luxo para a partida contra o México, dia 4 de junho, pelas Eliminatórias do Mundial de 2006. Está em terceiro lugar no grupo único. ''Será ótimo para observar novos jogadores'', disse o técnico Ramón Maradiaga. (A.E.)

mockup