Curitiba – No primeiro jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002, a capital paranaense acordou mais cedo. Em Curitiba, antes das 6 horas já era possível ouvir os fogos de artifício pipocando na cidade. O comerciante Fernando Mickos, proprietário da Mercearia Casa Velha, no bairro Abranches, estourou uma bateria de fogos às 5h30 para acordar os seus clientes. Para estimular os torcedores, ofereceu um café-da-manhã para quem assistiu o jogo no bar.
Mas há quem encontre em casa o ambiente ideal. O funcionário público Juarez Villela Filho, reuniu onze amigos, que desde a tarde de domingo estavam se preparando para assistir à partida. ‘‘Sempre organizamos churrasco, dessa vez resolvemos esticar com um caf钒, conta.
Devidamente ‘‘aninhados’’ em cobertores e colchões, no aconchego que só um lar permite, os amigos reuniram forças e fôlego para acompanhar a partida até o fim, antes de começar a jornada de trabalho. Mas o que vale, segundo o organizador do encontro, é mais a festa do que o resultado do jogo. ‘‘Gosto de futebol, mas não estou muito animado com a seleção’’, diz, contrariado com as substituições feitas pelo técnico no segundo tempo.

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