Maringá - Desde que o presidente do Grêmio Maringá, Aurélio de Almeida, foi preso, no Centro de Triagem da Polícia Civil de Curitiba, no dia 10, a situação do clube está cada dia pior. Condenado por estelionato em Chapecó (SC), Almeida continua preso e o time que disputa a Seletiva da Série C do Campeonato Brasileiro começa a se dispersar. Domingo, depois do jogo contra o Iraty, o preparador físico José Lumertz anunciou sua saída do clube. Na terça-feira, o goleiro Rondinelli e os atacantes Dezinho e Gérson Lentes foram a Curitiba conversar com o presidente do clube.
Diante da insatisfação dos jogadores, que estão com os salários atrasados há mais de um mês, a diretoria pagou, na segunda-feira, R$ 300,00 a cada jogador.
O secretário de Esportes, Mário Verri, negou qualquer tentativa de se viabilizar outro time em Maringá.

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