GRÊMIO - O inferno do Tricolor
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
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Imerso em uma maré de maus resultados esportivos e financeiros, o Grêmio vem colecionando números negativos neste início de temporada.
Aliada nos triunfos do Imortal, a Arena do Grêmio conheceu pela primeira vez desde que foi inaugurada, em dezembro de 2012, duas derrotas consecutivas - para Brasil de Pelotas e Veranópolis. O revés para o Xavante também marcou o primeiro fracasso do Tricolor para um clube pequeno do Rio Grande do Sul em seu novo estádio.
O Grêmio ainda convive com a perda gradativa de público. No primeiro jogo de 2015 na Arena, cerca de 20 mil pessoas compareceram.
No duelo de sábado, apenas 9 mil torcedores foram apoiar o time que perdeu para o Veranópolis.
Os problemas não param por aí.
A campanha do Imortal no Gauchão é preocupante. A equipe ocupa a nona colocação (Lajeadense e Passo Fundo ainda jogavam quando do fechamento desta edição), com apenas seis pontos ganhos em 15 possíveis. É o pior início desde 2013, quando, na quinta rodada, os gremistas rondavam a zona da degola.
Entretanto, naquela ocasião, o elenco ainda estava sendo montado, e Luxemburgo utilizava o time B, visando preparar os titulares para a disputa da Libertadores.
Em processo de austeridade financeira, o Grêmio também teve que abrir mão de seus principais jogadores.
Zé Roberto, Dudu, Bressan, Pará, Barcos e Marcelo Moreno foram negociados ou não tiveram seus contratos renovados pela direção. Preteridos por Felipão, Kleber e Edinho continuam no clube e encabeçam a lista de jogadores afastados que custam R$ 1,5 milhão aos cofres gremistas mensalmente.
Apostando na juventude e sem reforços de peso, Scolari promoveu atletas da base, e o novo elenco ainda não está entrosado. Resta saber quando os resultados vão começar a surgir







