Além da pressão da torcida, os jogadores da seleção creditaram o mau desempenho no coletivo de ontem às condições do gramado do Pinheirão. Segundo eles, os buracos no gramado faziam com que a bola quicasse demais, atrapalhando o passe.
''Tanto o gramado daqui como o do CT do Atlético não estão nas melhores condições. Mas nós somos jogadores de seleção, e temos que nos adaptar a esse tipo de coisa. Isso não pode ser desculpa pelo rendimento ruim no treino'', afirma o zagueiro Edmílson.
Os buracos e falhas na grama ainda eram visíveis, mesmo depois da aplicação de 2 mil litros de hormônio no solo, descompactação e serviço de drenagem do campo. Segundo o engenheiro agrônomo Ildo Padilha, responsável pelo gramado, o pouco tempo de trabalho impediu que a grama chegasse às condições ideais. ''A federação me procurou apenas na semana passada. Quando cheguei aqui, estava um mato só, cheio de ervas daninhas. Não tinha como ficar melhor que isso'.

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