Graça lamenta extinção de equipes da Superliga
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Das agências 
Rio - O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, lamentou a decisão do Finasa/Osasco (SP) e do Brasil Telecom (SC) de acabarem com as equipes femininas de vôlei, vice-campeã da Superliga e quarta colocada, respectivamente. Ele, porém, não vê motivos para qualquer tipo de pânico em relação à sobrevivência da competição, ao desemprego das atletas e de um possível efeito dominó que possa vir a oferecer um risco ao vôlei brasileiro.
Ele anunciou, inclusive, que novos patrocinadores já estão em negociações para participar da próxima edição, como uma equipe carioca no masculino e uma equipe mineira no feminino.
''É de fato uma pena que uma equipe tradicional como o Finasa/Osasco deixe de ter um time de ponta, mas só temos a agradecer a um patrocinador que participou por tantos da Superliga. A saída de um patrocinador, no entanto, é um fato que se repete há 20 anos. É natural que um patrocinador entenda que encerrou um ciclo. Há tempos vem sendo assim e no final de uma temporada essa movimentação é normal. Não é preciso pânico, a Superliga vai continuar, outras equipes vão aparecer e as atletas com certeza serão recolocadas. Não podemos esquecer que essa última edição da competição foi disputada por 397 jogadores e, se falarmos que dois times estão encerrando suas atividades estaremos falando de 33 jogadores que terão que ser recolocados'', ressaltou Ary Graça.
Para o presidente da CBV, os próximos três meses serão de negociações e, ''como sempre foram, com toda a certeza, seguirão um curso normal''. Segundo ele, o Comitê de Estratégia da Superliga, composto pelos presidentes dos clubes, se reunirá e decidirá questões relacionadas à necessidade ou não de modificações no ranqueamento dos atletas.


