Nem a chuva e o frio foram motivos para evitar a realização da segunda etapa do GP Londrina de Kart, no Kartódromo Luigi Borghesi, domingo. Foram 68 pilotos amadores correndo atrás do prazer puro e simples de pisar fundo nos carrinhos, que chegam a uma velocidade de até 105 quilômetros por hora. São três categorias em disputa: KTT (motores de 125 cilindradas refrigerados a água); F25 (motores quatro tempos preparados com combustível puro) e F4/13 HP (motores equalizados sorteados). Cada uma delas tem duas baterias.
O campeonato é regional, mas atrai pilotos de várias cidades paranaenses e até de outros estados, como São Paulo e Mato Grosso do Sul. O oftalmologista Renato Cavalcante, de 34 anos, de Nova Andradina (MS), é figura carimbada nas competições paranaenses. Com recursos próprios, ele mantém uma equipe de kart, a Cavalcante Racing, formada por mais quatro colegas. Todos médicos. "É uma paixão que eu herdei do meu pai. Desde criança assistimos juntos às corridas e desde que eu comecei a pilotar ele passou a correr também. Hoje (ontem) ele não veio porque está de ‘folga’", contou Cavalcante, que de tanto correr por aqui conquistou o título do Campeonato Paranaense de Kart em 2012 na categoria F4.
A Associação dos Kartistas da Região de Londrina (AKRL), organizadora do GP Londrina, tem cerca de 150 filiados.
Ano passado, a pista do kartódromo foi reformada, recolocando a cidade no calendário nacional de competições. No segundo semestre de 2013, recebeu o Campeonato Sul-Brasileiro de Kart.

Foi fundado no dia 26 de agosto de 1995 pela Prefeitura de Londrina; em 2012 a pista passou por recape total.

Os karts foram originalmente criados nos Estados Unidos, na década de 1950, após a Segunda Guerra Mundial, por pilotos de aviões.

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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