GP de Cingapura: este ano teremos uma prova limpa?
Das agências
São Paulo -O circo da Fórmula 1 volta a Cingapura, palco da farsa promovida pelos ex-chefes da equipe Renault e pelo piloto brasileiro Nelsinho Piquet. Por coincidência, na mesma semana da corrida, foi conhecido o veredicto da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) sobre o acidente envolvendo o brasileiro que beneficiou Fernando Alonso em 2008.
Alonso e Piquet não foram punidos, enquanto Flavio Briatore, então principal dirigente da Renault, foi banido da categoria, e o ex-engenheiro chefe da equipe francesa, Pat Symonds, foi suspenso por cinco anos.
Alonso, o único dos investigados que permanece na F-1, acredita que pode brigar pela vitória, dessa vez, sem a necessidade de subterfúgios. O carro está indo bem na maioria dos circuitos, e acho que somos competitivos o suficiente para subir no pódio, declarou.
Apesar da motivação do bicampeão mundial, a briga deve ficar mesmo entre os companheiros da Brawn GP, o inglês Jenson Button, que lidera o campeonato com 80 pontos, e o brasileiro Rubens Barrichello, vice líder com 66.
O desafio é encontrar o balanço entre o calor e a umidade, aliados às características do circuito e à proximidade dos muros, que demandam concentração total, observou Button.
Gosto muito da pista, com suas ruas, ondulações, barreiras e locais públicos por onde passamos. É um circuito muito lento, em que é preciso uma configuração de grande carga aerodinâmica. Além disso, é preciso manter a concentração durante todo o tempo por causa das suas barreiras. Tive um mês ótimo, com duas vitórias e que nos dão impulso para as quatro provas finais, disse Rubinho. Acho que é bastante claro que nós dois recebemos ordens para executar a melhor estratégia possível para a equipe, mas vencerá a corrida e o campeonato aquele que for melhor. Estou feliz com isso.





