São Paulo - O GP do Brasil de MotoGP está salvo. Ontem, o promotor Moacir Galo, da Vadam, assinou contrato para a realização da corrida com Ruy Cézar, o secretário municipal de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro. A prova será em 20 de setembro, em Jacarepaguá. O custo é de cerca de US$ 8 milhões e a Prefeitura arcará com US$ 2,95 milhões.
No ano passado, segundo dados da Vadam, o retorno financeiro da corrida para o Rio foi de US$ 74,8 milhões. E, para cada dólar investido, a prefeitura arrecadou seis de tributos. ''Nosso objetivo é aumentar essa margem'', disse Moacir Galo ontem, em São Paulo. O contrato demorou dez dias para ser assinado porque a organização contava com US$ 3 milhões. Os US$ 50 mil que faltavam para completar a cota da prefeitura ficaram por conta da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis.
Duas etapas da categoria MotoGP já foram realizadas e a liderança do campeonato é do italiano Valentino Rossi, com 45 pontos. Barros está em quinto lugar, com 19 pontos.

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