Curitiba - Ninguém consegue explicar o que está acontecendo com o Atlético. A mesma equipe que brilha e encanta os seus torcedores na Arena da Baixada não dando chances aos adversários, é arrasada fora de seus domínios.
Nos últimos quatro jogos, o rubro-negro oscilou entre o céu e o inferno, alternando glórias e fracassos. Foram duas vitórias e duas derrotas, 11 gols a favor e exatamente o mesmo número sofrido.
Mas o que intriga a torcida é como tudo isso aconteceu. Foram duas goleadas em casa, 6 a 0 frente o Goiás e 4 a 1 diante do Fluminense, e duas goleadas fora pelos mesmos placares. ''Nossa campanha não é irregular, muito pelo contrário, ela é muito regular. Fizemos somente dois jogos ruins fora de casa. E tem mais, para mim não importa se ganhamos ou perdemos, eu quero que o time jogue bem, e o time vem jogando bem na competição'', tenta explicar o técnico Levir Culpi.
O goleiro Diego também não encontra explicação para a alternância de resultados positivos e negativos. ''Nós fazemos partidas muito boas jogando em casa, com vitórias convincentes, mas infelizmente fora de casa não estamos jogando tão bem. Não temos que arrumar desculpas agora, mas sim buscar uma solução para que esta situação não se repita'', desabafa o camisa 1 rubro-negro.
O Atlético terá agora a chance da tão esperada regularidade na competição. A equipe joga duas partidas em casa. Primeiro recebe a Ponte Preta, quarta-feira, em seguida enfrenta o Grêmio, no sábado. ''Em casa o time está com um desempenho muito bom. Agora temos a Ponte Preta e o Grêmio, se somarmos seis pontos nesses jogos nossa situação no campeonato volta a ser confortável'', afirmou Culpi.
Com o novo tropeço frente o Criciúma, o Furacão caiu para a oitava posição na tabela com 27 pontos. Se realmente o time conseguir a regularidade jogando na Baixada pode voltar a ficar nas primeiras posições na briga pela vaga na Libertadores.

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