Curitiba - O Brasileirão parou por quase 40 dias, os times passaram por intertemporada mas algumas histórias não mudaram depois desse tempo. Em uma delas, o protagonista é o técnico, principal alvo de críticas da torcida. É o caso de Givanildo Oliveira, que volta a ser questionado à frente do Atlético.
Tudo porque o time voltou a apresentar os problemas da irregular campanha até agora na competição. Na noite de quarta-feira, o Atlético não passou de um sonolento empate sem gols diante do Fortaleza, que jogou com um atleta a menos durante todo o segundo tempo e atualmente ocupa a zona de rebaixamento. Isso aconteceu diante da torcida rubro-negra, que não acreditou ao ver o atacante Herrera perder um pênalti e até mesmo o rebote do goleiro no final da partida.
A paciência acabou e a torcida voltou a pedir a cabeça do treinador, que, apesar do bom currículo foi campeão da Série B por duas ocasiões ainda não convenceu e tem pouca identificação com os rubro-negros. Para piorar, Givanildo entrou em atrito com o atacante Dagoberto, que acusa o treinador de não dizer a verdade sobre as ordens da diretoria de manter o atacante fora do time principal.
O futuro de Givanildo pode ser decidido no clássico de domingo, contra o Paraná Clube, às 18h10, no Estádio Pinheirão. Para ajudar o treinador, voltam ao time titular o zagueiro Alex e o volante Alan Bahia, pois ambos cumpriram suspensão automática na última rodada e estão à disposição do técnico, que pode voltar a trabalhar com o esquema 3-5-2, ao invés do 4-4-2.
O treinador ainda aguarda reforços após a saída do zagueiro Paulo André, negociado com o futebol francês, e a lesão do meia Fabrício. O atacante Warley, que flerta com o Rubro-Negro desde o início do ano, pode estar perto de um acerto.

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