GINÁSTICA ARTÍSTICA
SALDO
Ascensão masculina
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 07 de outubro de 2013
NÚCLEO POLI<br>[email protected] 

O Campeonato Mundial de Ginástica Artística, encerrado na manhã de ontem em Antuérpia (BEL), mostrou o bom momento vivido pela equipe masculina brasileira. Dos seis ginastas do país que participaram da competição, quatro conseguiram avançar às finais.
O destaque foi a histórica medalha de ouro de Arthur Zanetti, nas argolas. Aos 23 anos, ele tinha batido na trave no Mundial de 2011, quando foi prata, mas conseguiu unificar o título olímpico de 2012 com do Mundial deste ano, o que lhe coloca na história do esporte verde-amarelo.
Quem também fez apresentações dignas de aplausos foi Sérgio Sasaki, de 21 anos e que ficou na quinta posição na final do salto e do individual geral, prova que reúne os seis exercícios . melhor colocação da história do Brasil na prova.Ano passado, ele tinha sido o primeiro brazuca a entrar em uma final olímpica no individual geral . ficou em décimo.
Já Diego Hypolito também registrou bons resultados. Maior medalhista brasileiro em Mundiais (dois ouros, uma prata e um bronze), ele foi para duas finais: quinto no solo e
sexto no salto.
Outro brasileiro finalista foi Arthur Nory, de 19 anos. Ele foi o 17o- entre os 24 finalistas do individual geral. Já Péricles Silva e Francisco Barreto não passaram das eliminatórias nas provas de barra fixa e cavalo com alças, respectivamente.
Quem não teve um rendimento positivo foi a equipe feminina. Com a aposentadoria de Daiane dos Santos e o desfalque de Jade Barbosa, com uma lesão no pé direito, a equipe teve só duas representantes: Daniele Hypolito, e Letícia Costa.
De volta à Bélgica 12 anos depois de conquistar a prata no solo no Mundial de Ghent, Daniele não foi à finais das barras assimétricas e trave. Letícia não avançou no individual geral. Foi a primeira vez em 16 anos que o país não colocou nenhuma mulher na decisão


