GINÁSTICA - Atletas da seleção são espelho para jovens
As ginastas londrinenses Débora Falda, Beatriz Pomini, Gabrielle Moraes e Isadora Silva estão hoje aonde centenas de meninas do Brasil todo imaginam um dia chegar: na seleção brasileira adulta de conjunto de ginástica rítmica. O caminho, no entanto, não foi fácil. Para garantirem lugar no seleto grupo que representa o país mundo afora foi preciso muita dedicação. A trajetória do quarteto é exatamente igual. Desde o primeiro salto, na escolinha de iniciação, às coreografias mais avançadas nas categorias pré-mirim, mirim, infantil e juvenil da Unopar, em Londrina, numa sequência que durou pelo menos oito anos.
Claro que, como atletas de alto rendimento, o quarteto que treina sob o comando da técnica Camila Ferezin, também londrinense, vai precisar se dedicar ainda mais para continuar servindo o time nacional, mas uma coisa já é certa. Para as mais de 250 meninas incluindo todas as categorias -, que continuam treinando em Londrina sonhando um dia repetirem o caminho traçado por elas, o quarteto já é uma importante referência.
Técnica responsável pelo início da formação do quarteto da seleção, Luciane Maria de Oliveira Bernardi ressalta a importância dessa ligação. "É muito importante para o nosso trabalho como um todo, para elas entenderem como funciona e verem que é possível chegar lá", destaca a ex-ginasta, que serviu a seleção por sete anos.
O que acontece agora com o quarteto e a técnica Camila Ferezin na seleção não é novidade para a Unopar. A estreita relação da equipe com a seleção brasileira teve início em 1983, ano em que as ginastas Bárbara Laffranchi que depois foi técnica da seleção e Maria de Fátima Lopes puxaram a fila londrinense no conjunto verde e amarelo.
Pode ser iniciada em média aos seis anos e não há idade limite para finalizar a prática, na qual se encontram competições individuais ou em conjunto
As novas ginastas que estão integrando a seleção neste ano estarão com idade ideal nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016
O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.





