São Paulo - A seleção brasileira permanente de ginástica chegou da Rússia ontem acreditando que o desempenho nesta última etapa da Copa do Mundo, em Moscou, foi satisfatório, já que Daiane dos Santos voltou com o ouro da prova de solo, enquanto Laís Souza trouxe a prata do solo e o bronze do salto. ‘‘Algumas ginastas do primeiro time não foram porque há muitos torneios nesta época do ano e as equipes acabam fazendo um rodízio. Mas o nível foi alto assim mesmo’’, disse Daiane, que soma agora nove medalhas de ouro, uma de prata e três de bronze em etapas da Copa do Mundo.
  Já Laís acredita que a queda na aterrissagem do primeiro salto sobre o cavalo custou a medalha de prata. ‘‘Perdi 0,80 ponto. Não fosse por esse erro, teria sido segundo colocada’’, lembrou.
  Em sua primeira disputa internacional desde o Mundial da Austrália no ano passado, Daniele Hypólito - cujo melhor resultado foi o sexto lugar na trave - explicou que não conseguiu nenhuma medalha porque a prova da trave é a mais difícil dos quatro aparelhos. ‘‘Por mais que você treine, está sempre sujeita a um erro. É como o pênalti no futebol.’’
  Já o ginasta Adam Santos, que machucou o joelho no salto sobre o cavalo, vai ser encaminhado para novos exames e a suspeita de fratura está descartada. As três ginastas reiniciam os treinamentos amanhã em Curitiba.

mockup