São Paulo - O brasileiro Gil de Ferran inicia hoje três dias de testes com a equipe Penske no circuito oval de Fontana, na Califórnia/EUA. O piloto, terceiro colocado na temporada 2002 da Indy Racing League (IRL), vai testar o novo chassi Dallara e motor Toyota. Além da equipe Penske, a Andretti-Green deve participar dos testes em Fontana.
A Penske recebeu o novo carro na semana passada. Gil de Ferran esteve na sede do time, moldando o novo banco, e notou muitas diferenças com relação ao chassi da temporada 2002.
''É um carro totalmente novo e muito diferente do chassi deste ano. As principais diferenças, no entanto, estão na suspensão dianteira e no câmbio'', destacou o brasileiro, bicampeão da F-Indy/CART.
Outra diferença está no tamanho do cockpit. ''O cockpit é um pouco menor e ainda estou tendo dificuldades por isso. Ainda não dá para saber se teremos como melhorar minha posição no carro'', comentou o piloto.
O brasileiro já testou o novo motor Toyota, em outubro, e agora dará continuidade ao desenvolvimento do propulsor. Após estes testes, a Penske só voltará às pistas em janeiro, entre os dias 8 e 10, para novas testes com Gil de Ferran e seu companheiro Hélio Castroneves.
Fórmula 1 A Minardi anunciou ontem seu primeiro piloto para a temporada 2003 de F-1. Trata-se de Justin Wilson, o primeiro britânico campeão da F-3000 ganhou em 2001.
Wilson já quase pilotou pela equipe no ano passado, quando deveria substituir o malasiano Alex Yoong em duas corridas. Mas por causa de seu 1,90 m de altura não coube no carro, e seu compatriota Anthony Davidson ficou com a vaga.
O piloto inglês ganhou três corridas (Brasil, Áustria e Hungria) na F-3000 na última temporada e, com 89 pontos, quebrou o recorde do colombiano Juan Pablo Montoya, hoje na Williams.
Paris-Dakar André Azevedo (caminhão), Jean Azevedo (moto) e Klever Kolberg, piloto e Lourival Roldan, navegador (carro), da equipe Petrobrás Lubrax, deram coletiva ontem, fazendo promessa. Eles partem dia 25 para o Rali Paris-Dakar e a meta da equipe é conquistar o pódio nas três modalidades, com o título geral nos caminhões. Mas a tarefa será árdua, já que o trajeto está alterado. ''Teremos dificuldades na Tunísia, na Líbia e no Egito'', prevê André, que desconhece os países.

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