Dentro da política de renovação por que passa o basquete brasileiro, numa iniciativa do treinador da seleção, Hélio Rubens, e que já foi colocada em pratica no último Mundial de Basquete, disputado recentemente em Atenas, na Grécia, dois atletas de Marechal Cândido Rondon esperam também ter sucesso na modalidade. São os pivôs Wagner Ricardo Reiter, o ‘Chalinho’, 16 anos e 2,08 metros, e Lucas Daniel Ticher, 15 anos, 2,02 metros. Os dois são descendentes de alemães, que tem a maior colônia nesta cidade do Oeste.
Os dois disputam a Divisão A dos Jogos da Juventude do Paraná e estão se destacando por causa da estatura e pelo pouca idade, pois ainda podem competir mais dois anos nos Jojup’s. Mas eles pretendem seguir carreira, ‘‘vivendo da modalidade’’ e, consequentemente, num centro maior, onde exista o profissionalismo. Os dois já receberam propostas de equipes de São Paulo e Santa Catarina, mas por enquanto deverão continuar em Marechal Cândido Rondon. Quem diz isso é o treinador da equipe, Marcelo Goes, que só pretende liberá-los para um outro centro, desde que tenha a garantia de que terão o mesmo tratamento que recebem em Rondon, onde vivem com a família e tem todo o apoio do município.
Os dois jogadores se destacam da equipe do Oeste por causa da altura. Segundo Goes, ambos já fizeram testes radiográficos que mostraram que eles poderão crescer ainda mais. No caso de Lucas, poderá chegar aos 2,08 enquanto que Wagner poderá atingir os 2,13.
Como tantos adolescentes, Lucas e Wagner também têm os seus ídolos no basquete, e eles são do milionário basquete profissional norte-americano. Lucas é fã de Shaquille O’Neal, enquanto que Wagner é torcedor de Karl Malone. Os dois jogam basquete desde os 13 anos e sempre tiveram o apoio da família.Folha de LondrinaMeninos de futuroLucas (esquerda) e Wagner (direita) com um ‘baixinho’ da equipe de Rondon: destaque em UmuaramaJairo Gomes

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