São Paulo - Antes mesmo de estrear pela equipe da Cimed/Sky, o ponta Giba vai ter pela frente uma ''briga'' com a torcida de Florianópolis. A disputa será para vestir a camisa 7, com a qual Giba se destacou nos clubes e pela seleção brasileira.
No time de Florianópolis, esta camisa é da torcida. Desde a criação da equipe, nunca houve um jogador com esta numeração. São os torcedores que o vestem nas arquibancadas.
''É um problema. Ele não está brigando com uma, mas com 15, 20 mil pessoas que acompanham o time com a camisa 7. Na minha opinião, porém, ele merece vestir essa camisa'', disse, em tom de brincadeira, o gerente de esportes da Cimed, Renan Dal Zotto Renan Dalzoto, na apresentação da nova equipe, ontem, em São Paulo.
Giba que, ao lado de Gustavo Endres e da patrocinadora Sky, se juntou à equipe tetracampeã da Superliga, também levou com descontração o desafio. Mas pediu para jogar com a camisa 7. ''Meu nome foi criado junto com a 7, como se fosse uma marca. Não me vejo jogando com outro número. Agora vou ter que negociar com a torcida.''
O levantador Buninho, da Cimed/Sky e da seleção brasileira, destacou a tradição da equipe e a importância dos novos nomes no time. ''Já jogamos juntos, Giba e Gustavo sao exemplos de jogadores e tenho certeza que será uma equipe com muita garra''.
O meio-de-rede Gustavo disse que estar na equipe de Florianópolis ''é uma honra''. ''Joguei oito anos na Itália, tive a felicidade se ser incluído neste 'repatriamento de atletas' e ainda mais em poder jogar com esta equipe da Cimed, que sempre foi muito guerreira em quadra, sempre faz grandes jogos e mostra muita vontade'', finalizou o meio de rede, que voltou à seleção brasileira que disputará a Liga Mundial.

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