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Sete gols, três pênaltis, duas viradas, polêmicas para um mês inteiro e um craque que supera recordes a cada semana. No Estádio Santiago Bernabéu, Barcelona e Real Madrid provaram que quando se encontram não existe monotonia. O duelo de ontem, vencido pelos catalães por 4 a 3, estará, certamente, entre os melhores jogos da temporada.
Com três gols, Messi tornou-se o maior artilheiro do clássico, deixando Di Stéfano para trás. O atacante argentino também deu o passe para Iniesta abrir o placar logo no início, quando o Barcelona era bem superior ao rival.
O Real Madrid jogava em casa. Tinha a obrigação de responder. E assim Benzema, no melhor estilo .sobrou, coloco para dentro., recebeu duas bolas açucaradas de Di María e virou o placar.
O momento era favorável aos donos da casa. Só que do outro lado havia Messi, autor do empate nos últimos minutos da primeira etapa.
Veio o segundo tempo e o grande embate entre os gigantes da Espanha ganhou um novo e indesejável protagonista. O árbitro Undiano Mallenco, que implantou algo abominável no futebol: a lei de compensação: primeiro favoreceu o Real ao enxergar pênalti de Daniel Alves sobre Cristiano Ronaldo. O português mandou lá dentro: 3 a 2.Depois, caiu na artimanha de Neymar, marcou pênalti sobre o craque brasileiro e mandou Sergio Ramos para a rua, deixando os merengues com dez. Messi foi lá e empatou novamente.
A intenção do Real Madrid foi segurar o empate e uma invencibilidade de 32 jogos. Do outro lado, o Barça impôs o jogo de troca de passes até chegar ao quarto gol, novamente de forma polêmica, com pênalti sobre Iniesta. Messi decretou o 4 a 3 e deixou o Barcelona ainda mais forte na briga pelo bicampeonato espanhol.


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