São Paulo - A Gaviões da Fiel nem deu bola para a decisão da diretoria de esconder o Corinthians em Curitiba, pelo menos durante esta semana, na tentativa de baixar a poeira após a eliminação na Libertadores da América. ‘‘Mesmo se tivessem ficado por aqui não iríamos fazer protestos lá no Parque São Jorge’’, garantiu o presidente da organizada, Wildner Rocha, o ‘‘Pulguinha’’.
  Ele ironizou a fuga do milionário elenco montado pela MSI, sob a justificativa de que os jogadores precisavam trabalhar com tranqüilidade. ‘‘Isso é reflexo da organização do Corinthians. Não me surpreende em nada e também não transfere a responsabilidade. Providências devem ser tomadas.’’
  Segundo Pulguinha, a principal reivindicação da Gaviões, por enquanto, é uma reunião com o presidente Alberto Dualib. Na pauta, o fiasco na Libertadores. ‘‘Nós participamos da reunião em que trataram do ‘Projeto Libertadores’ e uma série de erros foi cometida. É isso que queremos levar para a mesa com o Dualib’’, explicou.
  Apesar de não pontuar as falhas da diretoria, o presidente da Gaviões já avisou que vai pedir a saída de alguns jogadores: ‘‘Não queremos que o Ricardinho, o Gustavo Nery, o Coelho e o Betão continuem.’’
  Enquanto isso, a delegação do Corinthians, reforçada de Marcelinho Carioca, começou a treinar ontem em Curitiba, no Centro de Treinamento do Atlético-PR.

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