Garrote e Fonseca dizem que time fez o que podia
Apesar de já antecipar um discurso de despedida e de pedir desculpas aos torcedores após o final do jogo, o presidente do Londrina, Agostinho Miguel Garrote, evitou usar o termo eliminação, pois ainda acredita que o STJD possa reverter o resultado do jogo de ida, em Brasília (3 a 0), caso julgue que o técnico Paulo Comelli não poderia estar nas arquibancadas e o Ceilândia perca os pontos. Neste caso, o resultado, via tapetão, seria 1 a 0 para o LEC.
Se acontecer essa improvável decisão, as equipes teriam que decidir a vaga nos pênaltis. ''Vamos esperar essa semana para ver o que será decidido antes de tomarmos qualquer medida'', disse Garrote, ao ser perguntado se pretende já iniciar a dispensa dos jogadores ou se manterá uma base para o Paranaense.
Mesmo acalentando esperança, o presidente já falou em tom de despedida da Série C. ''Peço desculpas ao torcedor que nos apoiou durante todo o campeonato e fico chateado por eles, mas não frustrado. O clube fez o que podia dentro das suas limitações. Valeu o esforço de todos. Ficamos entre os 16 melhores'', conformou-se.
O técnico Roberto Fonseca minimizou a eliminação, procurando elogiar o rival. ''Saio insatisfeito principalmente pelos torcedores, que mereciam algo mais. Mas o time trabalhou com profissionalismo e chegou até onde poderia chegar. Nesse duelo contra o Ceilândia, faltou qualidade à nossa equipe e enfrentamos um adversário qualificado que investiu alto nesta competição'', afirmou. (J.K.)





