Garrote cumpre a promessa de pôr time em campo
Quando assumiu a presidência do clube em setembro do ano passado, o empresário Agostinho Miguel Garrote chegou a cogitar uma possível licença do Londrina do futebol profissional para este ano, diante da caótica situação financeira da equipe os salários estavam atrasados havia três meses. Pensando melhor, prometeu ''dar um jeito de pôr a equipe em campo no dia 19 de janeiro'', e a promessa será cumprida hoje.
''É a prova de que a gente não deve medir esforços para manter o Londrina vivo. Há 120 dias estava fechando e hoje está montado e pronto para jogar'', desabafou o dirigente.
Sem dinheiro, seu jeito conciliador angariou parcerias para diminuir as despesas, como transporte, exames médicos, material esportivo e até moradia e alimentação dos jogadores. ''Temos que administrar bem o pouco que temos'', ressaltou o cartola.
Garrote não quer fazer previsão de público para hoje à noite. ''A expectativa é uma incógnita, mas será a resposta se valeu à pena todo esse esforço''.
Reforço O Londrina negocia com um zagueiro do Coritiba. O nome não foi revelado, mas a Folha apurou que pode ser Nivaldo, que retornou de empréstimo ao Fortaleza, onde atuou com o volante Edmilson. Ele não estaria nos planos do técnico Antonio Lopes. As negociações estão sendo encaminhadas pela Massa Sports, futura parceira do Tubarão.
Francisco Beltrão Sem dinheiro para contratar, o Francisco Beltrão fez uma parceria com um empresário paulista, que cedeu jogadores e o técnico Ruy Scarpino ao clube. Sem muitas pretensões, o time fará um trabalho para se manter na Primeira Divisão e deve armar uma retranca hoje à noite, contra o Londrina. (T.M.)





