O presidente do Londrina, Agostinho Miguel Garrote, está confiante na absolvição do clube no julgamento a ser realizado amanhã no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro. O clube foi denunciado por falta de segurança no Estádio Vitorino Gonçalves Dias (VGD) na partida contra o Esportivo, de Bento Gonçalves, pela primeira fase da Copa do Brasil. Segundo relatório do representante da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), um copo foi atirado no campo durante a partida.
No primeiro julgamento, quando não apresentou defesa, o LEC foi condenado a pagar multa de R$ 50 mil, além de penalizado com a perda de um mando de jogo, que seria cumprido na Série C do Campeonato Brasileiro. Ao invés de mandar a partida em outra cidade, o clube seria obrigado a jogar com portões fechados.
Garrote observou que o advogado Domingos Moro está tomando todas as providências necessárias para provar que o clube garantiu a máxima segurança para a realização da partida. O próprio presidente do LEC estará acompanhando o julgamento. Ele lembrou que, no caso da pena ser mantida, o clube enfrentará dificuldades para pagar os R$ 50 mil. Se não pagar, o Tubarão poderá ser proibido de participar da Série C.
Sobre a escolha do técnico que comandará o time na Terceira Divisão, Garrote acredita que, em no máximo 20 dias, haverá uma definição. Com isso, o escolhido terá outros 20 dias para formar o elenco. ''Vamos trabalhar em unidade. O treinador poderá indicar alguns nomes e nós indicaremos outros.''
Apesar das dificuldades, Garrote garante que o clube lutará por uma das duas vagas na Série B. ''Vamos buscar errar o menos possível e tirar leite de pedra'', prometeu.

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