Além da novidade de poderem jogar handebol no horário da aula, a presença de jogadores que estiveram na Olimpíada de Pequim - no caso, Léo e Alê - foi um motivo a mais para fazer brilhar os olhos dos alunos do Colégio Paulo Freire, ontem. Enquanto os ''professores'' Ralado e Cyborg apresentavam às crianças a trejetória esportiva dos dois atletas olímpicos, muitos se motivavam e passavam a fazer várias perguntas sobre a modalidade desconhecida para a maioria, o handebol.
''É maravilhoso a gente vir à escola e ver na molecada o interesse que o esporte desperta neles. Eles olham para a gente e não acreditam quando dizemos que no ano passado estivemos lá em Pequim e que já jogamos em vários países. Eles acham que é uma coisa inatingível e estamos aqui para mostrar a eles que pode ser possível'', disse Léo. O armador relata que na sua infância, dos 10 aos 13 anos, ''também nunca imaginava que um dia seria jogador de handebol e ficaria famoso'' - disse que na época praticava vários outros esportes, como judô, tênis, basquete e futebol. (J.K.)

mockup