Enquanto alguns se contentaram em conhecer apenas o futebol brasileiro, outros garotos do Galaxy resolveram tirar mais informações sobre o país principalmente sua cultura e sua gente. Ao serem perguntados sobre o que mais gostaram a resposta foi rápida, num bom espanhol e sobre outra especialidade brasileira. ''Las muchachas'', disse o goleiro Ulysses Campos, 17 anos, o mais empolgados com as mulheres londrinenses.
Campos ficou encantado com o que viu em Londrina e tem história para contar quando chegar em Los Angeles. ''Consegui um beijo de uma menina lá no centro'', contou antes de fazer uma constatação. ''As mulheres brasileiras são muito melhores do que as americanas''.
Mas não foi só para paquerar que os jogadores americanos vieram ao Brasil e saem daqui com a sensação de que aprenderam muito. ''Foi uma experiência muito interessante. O futebol aqui é mais rápido, de mais visão, bastante difícil. Foi muito bom ter essa experiência de saber como se joga futebol fora do nosso país'', apontou o zagueiro Romeu Patroni, 15.
O Galaxy também conta com um brasileiro. O meia Vítor Nogueira, 14, nasceu em Campinas mora há seis anos nos Estados Unidos. Em uma mistura de inglês com português, ele contou que vai ficar os próximos seis meses em Ribeirão Preto para aprimorar o idioma e o futebol. ''A minha vinda foi boa porque além de ajudar em campo, também ajudei os meninos na rua, quando saímos. Principalmente para falar com as meninas'', contou.
Kaká é unanimidade entre os garotos americanos, que não querem nem saber de Ronaldinho Gaúcho. Já Adriano, Cafu, Emerson, Roberto Carlos e Parreira são os mais odiados.
As conqusitas internacionais do São Paulo no ano passado e a final da Libertadores da América fizeram do Tricolor e do Atlético Paranaense os dois times brasileiros mais lembrados pelos jogadores americanos. O Internacional também foi citado. (T.M.)

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