São Paulo - O meia Paulo Henrique Ganso está, enfim, liberado para voltar a jogar. O jogador rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo no dia 25 de agosto do ano passado, na vitória sobre o Grêmio, por 2 a 1, no estádio Olímpico. Ganso já poderia voltar aos gramados contra o Botafogo, no dia 12. Mas ele está sendo preparado para a partida ante o Colo Colo, no próximo dia 16, conforme já havia previsto o então técnico Adilson Batista.
''Ele está se readaptando ao treino coletivo, às atividades corriqueiras para poder jogar. A previsão é no jogo do Chile, dia 16, e se vai jogar o jogo inteiro, não vai jogar, vai depender. Ele está bem'', disse o médico Rodrigo Zogaib.
''Testes serão feitos durante o treinamento dele. Ele teve um início mais lento dentro do gramado, chegou no limite que pode deixar de treinar em separado para treinar em grupo'', completou.
A decisão oficial sobre a volta de Ganso coincide justamente quando o Santos passa por momentos turbulentos com a demissão de Adilson e o empate com o Cerro PorteÀo, pela Libertadores, com um gol sofrido no último minuto, na Vila Belmiro.
No ano passado, depois de constada a gravidade da lesão, o Santos tinha divulgado que a previsão do retorno aos gramados do meia era de seis meses.
O jogador, que foi operado no dia 28 de agosto, só voltou a correr três meses depois, em uma das etapas de sua reabilitação.
Em janeiro deste ano, ele começou a fazer atividades junto com os seus companheiros. E, no mês passado, ele passou a treinar com bola.
O ortopedista José Ricardo Pécora, que operou o meia, tinha afirmado em fevereiro que estavam sendo feitas avaliações periódicas e que a carga de treinos do atleta estava aumentando.
Apesar de declarar que a recuperação de Ganso estava boa, o médico não descartou possíveis sequelas no joelho operado. ''As lesões no menisco e na cartilagem podem causar um certo desconforto.''
Renovação
A novela para renovar o contrato do jogador com o Santos ainda não foi 100% fechado. Segundo o diretor de futebol Pedro Nunes Conceição, o final do imbróglio está mais próximo. ''Foi um boa conversa, e caminhamos para uma definição'', afirmou ele, que esteve com o gerente do DIS, Tiago Ferro, que cuida da carreira do atleta.

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