Gafes e exotismo marcam a chegada
Guangzhou - A primeira visita da seleção brasileira ao país mais populoso do mundo começou com gafes, adoração explícita a Ronaldo e uma das recepções mais esdrúxulas que o time já recebeu em suas excursões pelo planeta.
O episódio mais bizarro aconteceu na entrevista concedida por Zagallo aos chineses ele foi o único da delegação a falar com os repórteres asiáticos. Exausto, com cara de sono e um raro mau humor, o veterano coordenador teve que aguentar um tradutor que cometeu uma série de equívocos até ser substituído por gente da platéia que dominava os dois idiomas.
Antes, o pobre tradutor perguntou a Zagallo qual competição era a Copa do Mundo, confundiu Argentina com França e não foi capaz de ser fiel às palavras do brasileiro em simplesmente nenhuma oportunidade.
Depois foi a vez do hotel que hospeda a seleção, que colocou vários seguranças no acesso ao andar que ocupa a delegação, apresentar uma festa de recepção de gosto bastante duvidoso. Instalado em uma grande área que tem até um zoológico, o estabelecimento, um dos patrocinadores do amistoso não economizou em recursos cênicos e na presença de animais, que também enfeitam, com flamingos rosados e tigres, os jardins internos do hotel, o mais luxuoso de Guangzhou.





