Futuro de Foz e Operário nas mãos do TJD
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Luciano Balarotti<br>Equipe da Folha 
Curitiba - A confusão que encerrou de forma antecipada a partida entre Foz do Iguaçu e Operário, quando os atletas da equipe de Ponta Grossa deixaram o gramado após a marcação de um pênalti favorável ao adversário, só será solucionada na Justiça Esportiva. Até o início da noite de ontem, a Federação Paranaense de Futebol (FPF) aguardava a chegada da súmula da partida para tomar providências sobre o caso, que será encaminhado ao Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD).
Antes mesmo de receber o relatório do árbitro Edivaldo Elias da Silva, o vice-presidente de futebol profissional da federação, Amilton Stival, adiantou os rumos que o caso tomará. ''Vamos analisar a súmula e encaminhá-la para o Tribunal de Justiça Desportiva, que decidirá o que será feito'', afirma, lembrando de um caso parecido ocorrido no futebol paranaense.
''Há muito tempo atrás o Colorado não deixou o adversário bater um pênalti. Como faltava quase um tempo inteiro para ser disputado, o jogo foi reiniciado a partir da interrupção, com a cobrança do pênalti. Mas agora, como mais de dois terços do jogo foram disputados, temos que esperar a decisão do tribunal'', complementa.
E enquanto a outra equipe que subirá para a Série Ouro do Campeonato Paranaense em 2009 não é conhecida, o já classificado Nacional anunciou que não pretende disputar a Copa Paraná deste ano em decorrência dos custos financeiros.


