Onaireves Nilo Rolim de Moura, há 22 anos na presidência da Federação Paranaense de Futebol (FPF), foi suspenso por três anos e dois meses pelo Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Moura, que antes da punição havia pedido licença por 90 dias para que fosse feita uma auditoria independente na entidade, sofreu três denúncias, todas já julgadas. O acúmulo de casos envolvendo clubes paranaenses chamaram a atenção dos auditores (espécies de fiscais do tribunal) do STJD, que realizaram operação ‘pente-fino’ na FPF. Na primeira denúncia, Moura foi condenado a 60 dias de suspensão devido a uma charge publicada no site da FPF-TV, que mostrava o Rio Branco sendo golpeado pelo ‘tapetão’ do STJD. Mais grave foi a punição de três anos de afastamento, motivada pela apropriação indevida dos recursos destinados à Federação das Associações de Atletas Profissionais. Por lei, a FPF deveria recolher 1% da renda total de cada partida e repassar à fundação. No entanto, de acordo com os auditores do STJD, a entidade recolhia normalmente a taxa – com valor acumulado estimado em R$ 1 milhão – mas não dava os devidos fins.

Foi fundada em 4 de agosto de 1937, após o aparecimento de vários movimentos realizados com o propósito de organizar o futebol no Paraná. A partir de 1908, com o surgimento dos primeiros clubes de futebol tanto na capital como no interior, houve a necessidade da criação de uma entidade que organizasse as competições oficiais. A primeira a preceder a FPF foi a Liga Sportiva Paranaense (LSP), fundada em 1914.

De acordo com a definação do dicionário Aurélio, é a representação pictórica, de caráter burlesco e caricatural, em que se satiriza um fato específico, em geral de caráter político e que é do conhecimento público. Ou seja, é um desenho que representa determinado acontecimento de maneira engraçada.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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