De Londrina
No Campeonato Paranaense, ao contrário do que os dirigentes do clube deram a entender na última semana, a Portuguesa vai mesmo usar o Estádio do Café ou o Vitorino Gonçalves Dias (VGD) para mandar seus jogos. Ontem o presidente da Fundação de Esportes de Londrina, Pedro Lopes, disse que não há motivo para qualquer polêmica.
Segundo ele, uma lei municipal obriga o Londrina a ceder o VGD – desde que não haja um evento marcado para o mesmo dia – para jogos oficiais, mediante o pagamento de uma taxa de 3 salários mínimos (se o jogo for durante o dia) e 4 salários (à noite). O dinheiro vai para o Londrina, que administra o estádio. Se o campo escolhido for o do Estádio do Café, também não haverá problema. Neste caso, porém, a taxa a ser cobrada ainda não foi estipulada. ‘‘Como não há uma lei que regulamente isso, vamos conversar com os clubes. A Fundação precisa deles. Eles representam Londrina nos Jogos Abertos e nos Jogos da Juventude. Vamos tentar fazer um convênio’’, disse Lopes.
Ele diz que a Fundação tem total interesse que o Estádio do Café seja usado – mas avisa que as regras terão que ser cumpridas. ‘‘Solteitos e casados, nem pensar. Treinos, jamais.’’
Quanto à realização de amistosos, como deseja a Portuguesa, ele diz que não há problema. ‘‘O gramado foi muito judiado no Pré-Olímpico, e a administração do estádio ainda não foi repassada para nós. Desde que o gramado esteja em condições de uso, não há porque não usar.’’

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