A delegação do Atlético chegou ontem à noite de Recife, onde perdeu por 2 a 1 para o Náutico, e já está concentrada para a partida contra o Flamengo, domingo (7), às 17 horas, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Em 16º lugar, com 42 pontos, o Rubro-Negro depende apenas dele para se manter na Série A. Caso vença, o time não será ameaçado. Mas em caso de empate ou derrota, deverá torcer para que Vasco ou Figueirense não ganhem seus jogos.
O time terá o desfalque de Ferreira, expulso contra os pernambucanos, e o técnico Geninho, que atuou com um sistema 3-6-1, com apenas Rafael Moura na frente, deverá alterar também a forma de atuar da equipe. Para a vaga do colombiano, porém, o treinador deverá esperar pelos treinos desta semana, mas o paraguaio Julio dos Santos pode ser uma das novidades.
O volante Alan Bahia, pretendido pelo time do Colônia, da Alemanha, segundo os jornais locais, disse que o momento agora é de concentração nesta reta final de competição. "Temos que estar concentrados durante toda esta semana para vencer. Vamos ter que trabalhar forte para não decepcionarmos no último jogo. No domingo vamos dar o nosso máximo para vencer o Flamengo", afirmou.

Eleições

Um dia após a partida que definirá o futuro da equipe no Campeonato Brasileiro - manutenção na Série A ou rebaixamento para a Segunda Divisão - o clube escolherá o novo presidente do Conselho Deliberativo. A disputa acontecerá entre o oposicionista Nelson Fanaya e o empresário do ramo automotivo, Gláucio Geara, que encabeça a chapa "Coração Rubro-Negro", ligada à atual diretoria e que foi lançada ontem após uma reunião no final de semana entre conselheiros.
Geara, que terá como um dos seus vices o deputado estadual Alexandre Curi, e o advogado Marcos Malucelli como presidente do Conselho Administrativo, disse que o clube precisa conservar seu patrimônio e concluir a Arena para que seja uma opção viável para a Copa de 2014. Além disso, o futebol ganhará uma atenção especial para conquistar títulos.
"A temporada de 2008 deixou um sinal de alerta. Vamos cuidar bem dessa parte, pois cada dirigente tem sua forma de administrar. Teremos uma gestão participativa, com um futebol forte e também a manutenção do que foi conquistado em termos de patrimônio", disse.

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