lançou hoje um desafio às grandes equipes da Fórmula 1: "Ano que vem vamos lutar pelo título". Frentzen concluiu o campeonato que acabou dia 31, no Japão, na terceira colocação, a mesma da sua equipe, com 54 pontos. "Graças a nossa classificação entre os construtores este ano dispomos de mais dinheiro para desenvolver um carro ainda melhor para o próximo Mundial." Convidado de uma exposição, em Essen, sobre a evolução dos meios de transporte em dois mil anos, Frentzen deixou claro que o objetivo do time de Eddie Jordan e do seu fornecedor de motores, a Mugen Honda, é ser campeão. O novo modelo da Jordan, concebido por Mike Gascoyne, um engenheiro que interessa a Ferrari, será uma evolução do bom carro deste ano, J-199, especialmente na aerodinâmica. A Jordan já deixou para trás na F-1 escuderias como a Williams e a Benetton, apenas quinta e sexta colocadas no último campeonato
apesar de não ser sócia de nenhuma grande indústria automobilística, a exemplo das associações McLaren-Mercedes e Ferrari-Fiat. A Williams equipada com a última versão do motor BMW fará sua estréia oficial nos testes da próxima semana, em Jerez de la Frontera, na Espanha. E de cara terá já o parâmetro de seus adversários, já que quase todos os times deverão participar do treino. O novo carro da escuderia inglesa, contudo, só será apresentado na segunda quinzena de janeiro. "Será uma fase de aprendizado", definiu Gerhard Berger, ex-piloto, diretor esportivo da BMW. "Se terminarmos o campeonato do ano 2000 em quinto lugar será uma grande êxito", afirmou. "A primeira vitória deve vir na segunda temporada com a Williams, enquanto em 2001 deveremos lutar pelo título." A Petrobras é a fornecedora de combustível do projeto Williams-BMW. De 1982 a 1987, a marca alemã disputou 91 GPs na F-1 e obteve nove vitórias. Em 1983, associada à Brabham, conquistou o primeiro título da nova era turbo da F-1.Por Livio Oricchio São Paulo, 26 (AE) - O alemão Heinz-Harald Frentzen, da Jordan

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