France PresseO goleiro Fabien Barthez agarra a bola no treino da França‘‘Primeiro o resultado, depois veremos quais foram os meios’’, declarou ontem o técnico da seleção francesa Aime Jacquet. A pressão de jogar em casa fez Jacquet mudar seus planos. O técnico, que por meses anunciou um time ‘‘audacioso’’, vai colocar em campo um esquema conservador amanhã, na estréia contra África do Sul, pelo Grupo C.
O volante Youri Djorkaeff afirmou que o importante não é jogar bem ou mal, mas sim vencer. Zidane concordou com seu companheiro. O treinador concentrou os treinos em táticas para quebrar o esquema defensivo sul-africano. O maior medo de Jacquet é que seus laterais se desesperem para buscar o gol e exponham a defesa à arma preferida dos sul-africanos: o contra-ataque.
África do SulO goleiro sul-africano André Arendse foi cortado da equipe ontem devido a uma contusão. Em seu lugar, foi chamado o goleiro Paul Evans, ex-jogador do Leeds (Inglaterra), que nunca atuou com a seleção da África do Sul. O técnico da equipe, o francês Philippe Trousier, disse estar convencido de que a África do Sul dificultará a partida contra a França. Troussier enfatizou que seu time atuará com serenidade e confiança, objetivando causar problemas para os anfitriões.
ArábiaO técnico da Arábia Saudita, o brasileiro Carlos Alberto Parreira, disse ontem que a partida de amanhã, contra a Dinamarca, pelo Grupo C, é praticamente uma final para a sua equipe. Segundo ele, uma vitória na partida é um bom caminho para se ter uma campanha positiva.

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