Curitiba - A Federação Paranaense de Futebol (FPF) é alvo de nova denúncia de irregularidades administrativas. Desta vez, a entidade é acusada de atrasar salários e não repassar vale-transportes para seus funcionários, assim como de não depositar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
O responsável pela acusação é, novamente, o vereador Adenival Gomes (PT), de Curitiba, que vem divulgando inúmeras irregularidades, como dívidas fiscais com o IPTU e INSS, no valor de R$ 7,8 milhões. Cerca de 20 funcionários teriam procurado o parlamentar para registrar queixas contra a FPF. Eles teriam dito que estão há 83 dias sem receber e que em suas folhas de pagamento foram descontados R$ 30 em vale-transportes, sem terem utilizado os mesmos. Juntamente com as acusações, Gomes anexou uma cópia do extrato de conta do FGTS de um dos empregados da entidade. O documento indica que há cinco meses não foram depositados um centavo sequer.
Procurado pela reportagem da Folha, Moura mostrou-se bastante irritado com mais esta acusação e afirmou que vai reagir contra as denúncias do vereador. ''A federação está em dia com os funcionários. Vou entrar com uma ação na segunda-feira contra este vereador, que é um irresponsável e quer desacreditar uma entidade que é privada. Quero saber se ele tem patrimônios para garantir a indenização pelos prejuízos que ele vem causando'', disparou o dirigente.

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