O Foz do Igua­çu ­quer dar uma ta­ca­da de mar­ke­ting pa­ra con­quis­tar de vez o tor­ce­dor. O ti­me ne­go­cia a con­tra­ta­ção do ve­te­ra­no ata­can­te Edíl­son, 37 ­anos. Sem jo­gar há ­mais de um ano, o Ca­pe­ti­nha se­ria um cha­ma­riz de pú­bli­co e mí­dia pa­ra o ti­me da fron­tei­ra.
  De acor­do com o pre­si­den­te do Foz, Loi­ri Dal­la Cor­te, um em­pre­sá­rio da ci­da­de es­ta­ria dis­pos­to a ban­car o sa­lá­rio do ve­te­ra­no ata­can­te, que foi bi­cam­peão bra­si­lei­ro pe­los ri­vais Pal­mei­ras e Co­rin­thians. Edíl­son de­fen­deu por úl­ti­mo o Vi­tó­ria, em 2007. Es­te ano, ele ­atuou no Cam­peo­na­to Baia­no tam­bém, mas co­mo co­men­ta­ris­ta de um ca­nal de te­le­vi­são.
  Ou­tro pen­ta­cam­peão mun­dial na mi­ra do Foz era o ata­can­te Lui­zão, 33. Po­rém, o Gua­ra­tin­gue­tá che­gou pri­mei­ro e acer­tou com o jo­ga­dor na sex­ta-fei­ra.
  O téc­ni­co Sér­gio Mou­ra pre­fe­re não so­nhar com o jo­ga­dor, por en­quan­to, até mes­mo por te­mer as con­di­ções fí­si­cas em que ele se en­con­tra. ‘‘Foi con­ver­sa­do so­bre ele lá ­atrás, no co­me­ço do tra­ba­lho. É um gran­de jo­ga­dor, mas te­mos que ana­li­sar bem, ver co­mo ele es­tá, pa­ra ver se não vai atra­pa­lhar o tra­ba­lho em ca­so de uma le­são, por ­exemplo’’, ava­liou.
  Pa­ra o jo­go de ama­nhã, con­tra o Lon­dri­na, no Es­tá­dio ABC, o ti­me en­fren­ta seu pri­mei­ro mo­men­to de pres­são na Pri­mei­ra Di­vi­são. São ­duas der­ro­tas se­gui­das e um no­vo tro­pe­ço po­de cus­tar a lua-de-mel com a tor­ci­da. ‘‘O cli­ma es­tá ten­so. Se vo­cê dei­xa de ga­nhar em ca­sa a coi­sa co­me­ça a aper­tar ­mesmo’’, re­co­nhe­ceu o trei­na­dor. ‘‘In­de­pen­den­te de pon­tua­ção te­mos a obri­ga­ção de fa­zer o de­ver de ­casa’’.
  Mou­ra de­fi­ne ho­je à tar­de o ti­me ti­tu­lar, mas de­ve re­pe­tir a equi­pe que per­deu pa­ra o Co­ri­ti­ba, já que não tem ne­nhum des­fal­que.

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