Arquivo/FolhaA categoria mais importante do automobilismo da América do Sul inicia os treinos hojeCom 25 pilotos inscritos, começa neste final de semana o Campeonato Sul-Americano de Fórmula 3, com a categoria indo pela primeira vez ao Chile, no autódromo de Temuco. O circuito, de 2.379 metros, é considerado de baixa velocidade, pois é muito travado. Por isso mesmo, não existe nenhum prognóstico em relação aos favoritos. Os treinos começam hoje de manhã, com a primeira classificação a tarde, e o grid será definido amanhã, a partir das 13h30. A corrida tem largada às 13h30 de domingo.
Dentre os pilotos mais conhecidos e, por isso mesmo, com maiores chances de vitória, estão o argentino Nestor Furlán, da equipe YPF, atual campeão da categoria; e os brasileiros Marcello Ventre, da Cesário Fórmula; Pedro Bartelle e Tom Stefani, da Amir Nasr; e Bruno Junqueira, da Prop Car. Por correr ‘em casa’, o chileno Ramón Ibarra também pode se dar bem nesta etapa.
Dos quatro pilotos paranaenses, o cascavelense David Muffato - correu na classe B em 96 -, agora competirá na A, com o esquema que pertencia a seu pai, Pedro Muffato. O curitibano José Córdova vai para seu segundo ano na categoria, em time que leva seu nome. Estréiam Jaime Melo Jr., de Cascavel, que vem da F-Ford e correrá com esquema próprio, e Maurício Slaviero, de Curitiba, que disputou algumas etapas da Indy Lights em 96, fará parte da Prop Car.
Além de Melo Jr. e Slaviero, a F-3 terá outras ‘caras novas’, como o paulista Luiz Fernando Uva, atual campeão brasileiro de F-Chevrolet e que competirá pela Ohlsson’s Racing; e o catarinense Leonardo Nienkotter, quarto colocado na F-Chevrolet e que acertou com a Cesário Fórmula.
O curitibano Maurício Slaviero espera pontuar nas primeiras provas para depois buscar uma melhor posição no campeonato. ‘‘Será um início de adaptação, onde terei que ganhar experiência, pois desde o meio do ano passado não disputo uma prova’’, diz. Já o paulista Luiz Fernando Uva vem treinando forte e optou pelo motor Fiat, deixando o Mugen-Honda. ‘‘Em Brasília o motor Fiat foi mais constante, e optamos por ele. Em Londrina fomos amaciá-los’’, observou.

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